Talvez algumas pessoas me cancelem hoje, mas é impossível ver filme de investigação sul-coreano sem ficar confuso com os personagens, pensando quem é quem ali, ainda mais se próximo ao final um que era "meio" bonzinho resolve brigar com os próprios do time, aí o treco desanda de vez. Dito isso, vou resumir bem o que achei do longa "Inteligência Humana" da Netflix, pois é uma trama interessante por mostrar como as fronteiras dos países vivem de tráficos de todo o tipo, e o humano é algo que anda muito em voga, de modo que as dinâmicas mostradas com informantes e policiais que acabam tendo algum contato maior para tentar achar os levantes de drogas e pessoas acaba sendo bacana de ver, porém é um filme bem confuso entre os protagonistas, com situações calmas demais que cansam na duração e exibição, mas que tem uma boa pegada, claro se você entender completamente quem é quem no longa.
O longa acompanha um agente sul-coreano em uma de suas mais intensas missões de espionagem. Ao resolver investigar os crimes ocorridos na fronteira de Vladivostok pelo cartel russo, ele fica cara a cara com um agente norte-coreano. Agora, ambos terão que lidar com o conflito externo e interno em cada um, brigando por perigos e segredos avassaladores.
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O longa acompanha um agente sul-coreano em uma de suas mais intensas missões de espionagem. Ao resolver investigar os crimes ocorridos na fronteira de Vladivostok pelo cartel russo, ele fica cara a cara com um agente norte-coreano. Agora, ambos terão que lidar com o conflito externo e interno em cada um, brigando por perigos e segredos avassaladores.
Diria que o diretor e roteirista Ryoo Seung-wan até tentou criar um ritmo diferenciado nos atos finais, porém até chegar nele é algo tão sofrível que você acaba se perdendo nas nuances das investigações, e até fica pensando se está vendo algo errado, de tal forma que por muitas vezes pensei em parar e voltar um pouco para ver aonde estava na trama, mas já disse isso algumas vezes que um filme tem de ser assistido como o diretor fez, e não ficar procurando meios, então temos a bagunça na montagem que até seria ruim se não fosse pela história jogada demais na tela, então diria que o erro foi já na concepção da trama, depois na direção de arte que poderia ter ajudado um pouco mais para diferenciarmos os lados da história, e por fim o resultado se perde demais na dinâmica, sendo tudo muito lento na tela, ou seja, uma falha generalizada.
Vou pular a parte das atuações, pois como disse é uma confusão geral com os personagens, de modo que Zoe In-sung como chefe Jo, Park Jeong-min com seu Park Geon e Park Hae-joon com seu Hwang foram todos o mesmo personagem na tela, então apenas a jovem Shin Sae-Kyeong foi mais imponente com a entrega de sua Hwa.
No quesito visual o longa teve algumas cenas interessantes, mostrando principalmente o frio da Rússia, alguns restaurantes interculturais e clubes de prostituição, mas o que chamou mesmo atenção foram os atos finais num leilão de mulheres em caixas a prova de balas, e claro todo o tiroteio imenso que virou tudo, com os compradores fugindo e os agentes atirando pra tudo quanto é lado.
Enfim, acho que até falei demais de um filme que mais me deu sono do que me conquistou, sendo algo confuso e sem grandes chamarizes, que talvez até tenha seu público-alvo, mas acho difícil alguém se apaixonar por ele. E é isso meus amigos, fico por aqui hoje, mas volto amanhã com mais dicas, então abraços e até logo mais.












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